10 - The Who - Who Are You

http://www.whoby.blogspot.com/

 

O The Who foi formado em 1964, em Londres, e se constitui em uma das bandas mais competentes de rock and roll já surgidas. Contando com um excelente guitarrista - Pete Townshend - e um espetacular e desequilibrado (no bom sentido) baterista - Keith Moon,  somados à voz e guitarra de Roger Daltrey e ao baixo de John Entwistle (essa é a formação clássica da banda), a banda é item essencial para qualquer um que curte Rock and Roll de primeira. Surgida ao mesmo tempo do movimento “mod”, o The Who ficou marcado como uma das bandas representantes desse movimento. Mas claro que seu som vai muito além disso. Uma das singularidades do grupo foi a de popularizar a ópera rock, com “Tommy”. Uma outra curiosidade: quem popularizou a destruição de guitarras ao final do show (o que mais tarde iria se torna um clichê) foi Pete Townshend. Dinâmico, agressivo, arrebetador: assim pode ser resumido o som do The Who. Ah! Mais uma curiosidade: a trilha de abertura do seriado C.S.I. (exibido pela Sony e pela Record) é a canção "Who Are You", umas das mais legais do grupo. Segue abaixo uma sugestão de coletânea para quem quer se iniciar no som da banda. Bom divertimento!!!

                                                

09 - Thee More Shaloow - Monkey vs. Shark http://www.theemoreshallows.com/

 

Banda que descobri essa semana e que, até por isso, tenho pouca informação sobre. São de San Francisco e gravaram dois álbuns “A History of Sport Fishinge”, de 2002, e “More Deep Cuts”, e dois eps, “Cuts Plus Two”, de 2005, e “Monkey Vs. Shark”, de onde retirei a canção homônima. Sobre o som, há um leve toque eletrônico que serve de base para um belo instrumental - muito bem construído e executado. Por vezes, a música começa tranqüila e aos poucos vai ganhando vigor e tensão até explodir em um delicioso final. Vale conferir, ao menos, a canção indicada.

08 - Pony Up! - Shut Up and Kiss Me http://www.ponyup.ca/

 

Banda canadense, de Montreal, formada em 2002 e constituída apenas por garotas. Fazendo um indie rock clássico, com melodias e letras alegres, o som do Pony Up! é uma boa pedida para um sábado de manhã ensolarado e frio. A banda conta com um ep, de 2005, “Pony Up!” e um álbum, deste ano, chamado “Make Love to the Judges With Your Eyes”. Vale uma conferida.

 

Mais uma banda formada apenas por garotas.

07 - Steve Ray Vaughan - Third Rock From The Sun

http://www.sonymusic.com/artists/StevieRayVaughan/

 

Essa indicação refere-se ao saudoso Steve Ray Vaughan, um dos maiores guitarristas de blues do mundo. Steve, que era amante do estilo de Jimi Hendrix, morreu em um desastre de helicóptero, em 1990, com apenas 35 anos de idade, no auge da sua carreira. Deixou uma discografia razoável e respeitável, da qual se destaca o álbum “Texas Flood”, de 1983, que continha alguns clássicos do blues, além de fenomenais composições próprias. Sem dúvida, ele está ao lado dos grandes bluesman do mundo como Buddy Guy, Willie Dixon, B.B. King, Eric Clapton, entre outros.

 

S.R.V estraçalhando sua guitarra!!!

06 - The Czars - Paint the Moon http://www.theczars.net/

 

O The Czars é algo urgente!!! Não passe mais tempo sem ouvir as maravilhosas canções dessa banda, que, na verdade, não traz nada de diferente ou inusitado em seu som. O segredo é um som simples, mas muito, muito, bem feito, muito bem composto, muito bem executado. É algo (assim como outras bandas já postadas) para estar na sua pasta de “melhores” ou na parte de destaque da sua coleção de cds. O The Czars constrói uma elegante sonoridade pop que traz elementos que vão desde o country até o jazz, passando pelo folk e culminado em um envolvente indie rock. Quem lidera essa maravilha toda que vem de Denver, é John Grant, que, há mais de 10 anos, desfila suas heterogêneas influências como Kraftwerk (ver post do dia 21/05/06), Tom Waits, Flaming Lips, Queen, Nina Simone, pelos cds da banda. Fazendo uma música bonita e sensível, conduzida por melodias tristes, nas quais pode-se encontrar muito piano, vocais melancólicos, guitarras distorcidas e pequenas porções de eletrônica, o The Czars arrebenta seu coração com uma canção mais admirável que a outra. O último cd da banda, “Goodbye”, é perfeito. Não querendo comparar, e tomadas as devidas proporções, “Goddbye” é algo como “Ok Computer”, do Radiohead (eu disse: tomadas as devidas proporções!!!). Não fique apenas nesse. Consiga tudo o que puder.

Essa turma tem influências que não acabam mais.

05 - Porcupine Tree - I Find That I'm Not There http://www.porcupinetree.com/

 

 

Grupo inglês liderado pelo cantor e guitarrista Steven Wilson, que sempre foi fissurado pela psicodelia, o que, obviamente, faz com que ele construa suas músicas explorando esse estilo, como também o rock progressivo, já que há quase sempre uma aproximação entre ambos.Contudo, mais do que reproduzir o som dos anos 60 e 70, como suas influências podem sugerir, Wilson traz para os dias de hoje uma sonoridade forte, encorpada e também triste, com ecos inevitáveis do Pink Floyd, da fase inicial, com Syd Barret (indicado no post anterior) no comando. Recheado de variações entre momentos melódicos e mais pesados, o som do Porcupine Tree faz com que você não se contente em ouvir um, dois, três cds da banda, mas sim TUDO. E quando o sujeito é maluco feito eu, aí a coisa fica pior. Mas aos poucos eu estou conseguindo todos os “itens” da banda, que devem chegar na casa de uns 30 cds, entre álbuns “comuns”, edições especiais, singles, eps, e o que existir (confiram no site oficial da banda). É um som para entrar na sua vida e ficar.

04 - Syd Barret – Terrapin http://www.sydbarrett.net/

Partindo do princípio que todos pelo menos já ouviram falar de Syd Barret, vamos de cara ao que interessa. Quando Barrett ficou gravemente afetado por causa do uso desmedido de ácido lisérgico, ele não reuniu mais condições para continuar a liderar o Pink Floyd. Assim, sabendo do gênio criativo de Barret, Roger Waters e David Gilmour deram uma força para o amigo gravar um disco solo. O que era para ser uma ajuda virou uma obra-prima. “The Madcap Laughs” é algo que precisa ser ouvido por quem gosta de música, e não apenas de rock. Responsável pelo álbum de estréia do Pink Floyd, "The Piper at the Gates Dawn", (que por muitos é considerado a obra-prima do grupo), Syd Barret, obviamente, levou muito do seu psicodelismo para o seu álbum solo, embora nele as canções sejam mais contidas, mais simples, mais despretensiosas, ausentes daquelas viagens sonoras do “The Piper...”, como por exemplo “Astronomy Domine” e “Interstellar Overdrive”. Ainda assim, ele gravou um álbum clássico, uma das melhores coisas de rock feitas no início dos anos 70.

Syd Barret sempre aberto para os efeitos do LSD.

03 - Magneta Lane - Bridge to Terabithia http://www.magnetalane.com/

 

Banda que vem de Toronto, Canadá, formada exclusivamente por mulheres. Lexi Valentine (vocal e guitarra), Nadia King (bateria) e French (baixo) compõem um competentíssimo trio punk, que está junto desde 2003, e que gravou dois discos: “The Constant Lover”, de 2004, e “Dancing With Daggers”, deste ano. São dois itens obrigatórios para quem curte um rock para cima, animado, com punch. As 16 canções (somados os dois discos) são preciosas canções de rock and roll. Não há um senão, um deslize, um erro. Canções perfeitas. Não percam de forma alguma!!!

 

Essa belas moçoilas compõem o febril Magneta Lane.

02 - Thom Yorke - And It Rained All Night http://www.theeraser.net/Stage4UK/

 

O esquisito Thom Yorke, agora em andança solo.

 

A segunda indicação da semana diz respeito ao cd solo do vocalista e guitarrista da minha banda preferida: Radiohead. Assim, embora eu saiba que o subjetivismo invariavelmente atrapalha, tende a nos levar a agir de forma tendenciosa, a questão é que não há como não se elogiar seu álbum. Mesmo se ele fosse uma droga, eu encontraria algo de positivo para destacar, escavaria em meio às notas e letras elementos que pudessem justificar o injustificável. Mas nada disso será necessário: o álbum é bom demais (sei que tal afirmação esbarra em tudo o que disse antes, e vocês podem até duvidar do que vem a seguir, mas eu garanto: é a pura verdade!!!). Com o lançamento previsto para 10 de julho, felizmente o cd já ganhou a grande rede, o que permite uma audição acurada antes de se obter o original. “The Eraser” é dividido em 9 músicas que somadas não chegam a quarenta minutos. Sua sonoridade relaciona-se aos dois últimos trabalhos do Radiohead, repleto de meandros eletrônicos, servindo de base para uma complexidade rítimica, o que é um bom sinal, já que isso indica, pelo menos aparentemente, que não há qualquer intenção por parte de Thom Yorke de um rompimento com sua banda. Já que o resto de sua turma não estava por ali, Thom Yorke, que contou com a produção de Nigel Godrich (o sexto integrante do Radiohead), assumiu todos os sons e instrumentos do cd. Mais autoral, impossível. “The Eraser” é dotado de uma bipolaridade constante: ácido ou plácido, frio ou intenso, branco ou preto, minimalista ou complexo, e assim por diante. Thom Yorke fez um álbum maduro, pronto, exato, não apenas para os fãs do Radiohead, mas para os fãs de música em geral. E ouso dizer, e bem baixinho para que os fãs do Radiohead não me ouça (inclusive eu): “The Eraser”, em determinados momentos, é melhor do que o último cd da banda...

Capa do excelente "The Eraser".

“A música é sua única amiga... até o fim.” (Jim Morrison)

 

Moçada,

 

seguem as indicações da semana. Quero pedir, mais uma vez, que comentem e DIVULGUEM para os seus amigos(as), colegas e amantes. Como eu já escrevi várias vezes: é muito importante saber a opinião de vocês sobre o conteúdo do blog.

 


01 - Joey Ramone - Don´t Worry About Me http://www.joeyramone.com/

 

 

Há certas pessoas sobre as quais não há muito o que se dizer. Basta apenas seu nome para que imediatamente se saiba o que ela foi/é. Joey Ramone é uma dessas pessoas. Eu poderia escrever algumas coisas que poucos sabem, como por exemplo, que ele nasceu em 1951 e que seu nome verdadeiro era Jeffrey Hyman, que ele era fã dos Beatles, que o nome de sua banda era uma homenagem a Paul McCartney, que usava esse nome para se hospedar em hotéis, na época da beatlmania, ou uma ou outra coisa mais específica, já que, óbvio, há várias especificidades sobre o indivíduo Jeffrey. Porém, para o mundo, para os amantes da música, para os dependentes do Rock, o que importa realmente é que ele foi co-fundador da maior banda punk de todos os tempos: Ramones. Isso é muito. O resto é resto. O resto não importa, não tem qualquer relevância. Ah! Uma coisa outra coisa importante, sim. Ele morreu, em 2001, com 49 anos (novo pra caramba), vítima de câncer linfático. Dessa forma, se fosse possível esquematizar a vida de Joey Ramone, a coisa seria mais ou menos assim:

Nascimento: 1951 => RAMONES: Rock and Roll => Morte: 2001 => Lacuna: Eterna.

Capa do único álbum solo de mr. Jeffrey Hyman.

10 - Kinski - Your Lights Are (out or) Burning Badly http://www.kinski.net/

 

 

O rótulo de space rock surgiu em meados dos ´90, e graças aos deuses da boa música se tornou sinônimo de grandes bandas e maravilhosas canções (vide Mono, Mogwai, e por que não, em alguns momentos, Sigur-rós). A bola da vez é o Kinski. Essa banda de Seattle faz uma música agridoce que te conduz de forma sinuosa para o espaço (ou para onde se quiser) A coisa toda é liderada por Chris Martin, o principal guitarrista e responsável pelas serenas viagens sonoras que se transformam em fúria em um mísero segundo. Após ouvir as músicas do Kinski, estou certo de que vocês vão considerar que suas vidas estavam incompletas, já que seu som passará a ser essencial. Esse é daqueles para se guardar no lugar de destaque da sua pilha de cds ou na pasta de “melhores” do seu pc. Caso se interessem, segue uma sugestão de coletânea.

 

09 - New Order - Who's Joe http://www.neworder.cc/

 

O New Order é uma banda formada a partir das cinzas do lendário grupo britânico pós-punk Joy Division, e exatamente por isso, surgiu como uma mais aclamadas bandas dos anos 80. Misturando texturas eletrônicas e ritmos “disco”, o grupo foi o pioneiro da fusão entre a estética new wave com a dance music, criando um som único. Uma dica, de cara, é a sensacional canção “Blue Monday”, que resume de forma perfeita o tipo de som do grupo. Apesar de contando com uma respeitável e regular, porém mínima, discografia de 8 álbuns, resolvi indicar a música “Who´s Joe”, do álbum “Waiting for the Siren´s Call”, lançado ano passado. Vale lembrar que anteriormente a este, o New Order lançara “Get Ready”, em 2001, isso após um silêncio sonoro de 8 anos, quando o grupo fez uma incursão no rock que acabou invadindo e inovando o seu som. Dizem que o responsável por tal transformação foi Billy Corgan, do Smashing Pumpkins, que tocou com os caras e produziu algumas faixas. Pode-se considerar que “Waiting for...” é uma continuação de “Get Ready”, mas melhor, já que a banda mantém aquela pegada rock e se encontra novamente com a eletrônica dos seus primeiros discos, particularmente a obra-prima “Technique”, de 1989, e “Republic”, de 1993. Se tiverem tempo, vão à cata de toda a discografia da banda. Senão, fiquem com essas indicações. Para começar, já está de bom tamanho.

Capa do último cd do grupo.

08 - Jeniferever - From Across the Sea http://www.jeniferever.com/

 

Mais uma banda que vem do frio. Essa é de Uppsala, na Suécia e foi fundada em 1996. Formada por Kristofer Jönson (vocal e guitarra), Martin Sandström (guitarra), Olle Bilius (baixo) e Fredrik Aspelin (bateria), o Jeniferver se apóia em um melódico indie rock, que, por vezes, pode ser comparado com o excelente Sigur Rós. Após um ep, chamado “Iris”, a banda gravou seu primeiro álbum neste ano, “Choose a Bright Morning”. Seguindo a tendência da grande maioria das bandas que vêm do frio, essa é mais uma que vale a pena. Divirtam-se!

07 - The Concretes - Chosen One http://www.theconcretes.com/

 

Banda oriunda de Estocolmo, formada em 1995, por três garotas: Victoria Bergsman, Maria Eriksson e Lisa Milberg. Aos poucos, outros componentes foram se juntando a elas, e hoje a banda totaliza oito membros. Tendo como referência Velvet Undergound e Galaxie 500, o Concretes é comparado ao Belle and Sebastian, devido à uma mistura de indie rock + folk + melodias suaves + uma variedade de instrumentos espalhados pelas canções, como sax, banjo e até pandeiro. Canções perfeitas para se curtir uma melancolia com entusiasmo (se é que isso é possível).

 

Taí o octeto sueco que faz belas canções melancólicas.

06 - Ultravox - Frozen Ones http://www.ultravox.org.uk/

 

Grupo formado em 1974, em Londres, que se constituiu em um dos principais expoentes da musica eletrônica inglesa no início dos anos 80. Influenciado pelo Kraftwerk (conferir posts anteriores), o Ultravox usava e abusava de teclados e sintetizadores, fazendo uma perfeita combinação de eletrônica, guitarra, baixo e melodia (ouçam a canção indicada e compreenderão sobre o que estou falando). Importante colocar que a banda influenciou gente de peso na área da música eletrônica como Depeche Mode e New Order. Grupo clássico que quase nunca tem reconhecido o seu valor para a história da música.

Esses caras com esse look peculiar, acreditem, influenciaram muita gente de peso na música.

05 - Wilderness – Arkless http://www.wildernesssounds.com/

 

Wilderness significa um deserto de habitações, lugar inóspito pelo frio ou calor extremos, ou pela terra árida. Não sei se James Johnson, Brian Gossman, Will Goode e Colin McCann tinham essa idéia em mente ao batizarem seu grupo, mas que seu som, por vezes, nos conduz para tal condição, disso não há dúvida. Formado em Baltimore, em 1995, com a proposta de fazer um rock punk experimental, somente 10 anos depois é que o grupo conseguiu gravar seu primeiro álbum, “Wilderness”. O segundo, “Vessel States”, veio este ano. Se eles mantiverem a média dos dois últimos anos, a cada ano teremos um novo álbum da banda, o que é muito bom, principalmente para quem curte Joy Division e por que não Sex Pistols. Disponibilize um pouco do seu tempo para ouvir, com calma, o som dessa banda.

 

A imagem não está lá essas coisas, mas foi a única que encontrei.

 

04 - The Black Angels - The First Vietnamese War http://www.theblackangels.com/

 

Banda texana, de Austin, formada em 2004, que conta com o incomum número – para uma banda de rock - de sete integrantes. Altamente influenciado por Velvet Underground a pelas experiências de Timothy Leary, o grupo aposta suas fichas no rock psicodélico, nos drones*, em uma bateria densa e em camadas de sons que vão se complementando, construindo de forma vigorosa e feroz toda a sonoridade do grupo. Penso que um bom adjetivo para o grupo seja esse: vigor. O grupo lançou um ep, de 2005, “The Black Angels”, e um cd, neste ano, chamado “Passover”. Embora o grupo seja novo e a discografia mínima, ela DEVE ser “digerida” pelos seus ouvidos o quanto antes, sem demora.

 

* contando com a ajuda didática do blog "Segundo Andamento" (http://segundoandamento.blogspot.com), segue abaixo a melhor definição que encontrei sobre o que é um drone: “Ia começar o post por explicar o que é um drone de guitarra. Mas utilizo um exemplo: imaginem a introdução de "Satisfaction", aquela que faz tã-tã-tãrãnã-tãrãnãnãnã-tã-tã. Agora pensem neste riff dez vezes mais lento e repetido 200 vezes. É um drone.”

 

A banda ensaiando seu rock vigoroso.

03 - Kashmir – Kalifornia http://www.kashmir.dk/

 

Banda que vem da Dinamarca, que é apadrinhada por ninguém menos que David Bowie. Formada em 1993, e contando com uma boa discografia (tanto em quantidade quanto em qualidade), o Kashmir executa com maestria um reconfortante indie rock, repleto de melodia (a canção indicada resume muito bem a sonoridade do grupo), fazendo aquele tipo de música que te oferece um raro estado de contentamento.

O grupo tomando um pingado em algum boteco dinamarquês.

[ ver mensagens anteriores ]



Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, Homem, de 26 a 35 anos

 
Visitante número: